sábado, 28 de agosto de 2010

viva a literatura em sua plenitude total

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

O QUE ESTOU LENDO NO MOMENTO ?

FOLHAS DE RELVA,DO POETA NORTE AMERICANO WALT WHITMAM. TRATA-SE DE UMA OBRA PRIMA DESTE AUTOR,WALT QUE FORA LEMBRADO NO FILME SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS, POR UM PERSONAGEM PROFESSOR DE LITERATURA QUE REVOLUCIONOU SUAS AULAS DECLAMANDO POEMAS DE WHITMAN.SUA POESIA É EM PROSA, E SEM RIMAS.O AUTOR FAZ APOLOGIA A NATUREZA.
SEUS POEMAS SÃO UMA VIAGEM ATRAVEZ DO NOSSO IMAGINARIO.VALE APENA LER..

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

HORA


AGORA NÃO DESEJO MAIS VER AS HORAS
VIREI MEU RELÓGIO DE COSTAS
PRA NÃO VER MAIS O TEMPO PASSAR
EU BEM SEI QUE O TEMPO URGE
ELE É O MEU INIMIGO NUMERO 1
SEI LÁ, A GENTE NUNCA SE DEU BEM
EU E O TEMPO É CLARO..
SÓ QUE O QUE ME AFLIGE
É A RAPIDEZ COM QUE AS HORAS PASSAM.
E EU CHEGANDO A CADA MINUTO MAIS PRÓXIMO
DO MEU FIM...
E AS HORAS PASSANDO, PASSANDO, PASSANDO...
SEM PARAR
EU.....PARO.
O TEMPO N Ã O...
JÁ DIZIA O POETA
O TEMPO NÃO PARA, NÃO PARA NÃO.

SUB BRASIL


NO NOSSO PAIS TUDO É SUB
SUB EMPREGO
SUB DESNUTRIÇÃO
SUB GENTE
SUB POLITICA
SUB NAÇÃO
SUB MUNDO
SUB MÃES
SUB FILHOS
TUDO AQUI ESTA PELA METADE
TEMOS SUB ELEITORES
SUB ANALFABETOS
QUANDO VAMOS PARAR DE SER SUB ?
TALVES SE A DILMA FOR ELEITA...
QUEM SABE !!! (COM MUITA IRONIA ) POR FAVOR...

NÃO ME FECHEM AS PORTAS

Não me fechem as portas, orgulhosas
Bibliotecas,
Pois justamente o que estava faltando
Em tuas prateleiras apinhadas,
É o que venho trazer
-mal acabando de sair da guerra,
um livro escrevi:
pelas palavras do meu livro, nada;
pelas intenções, tudo !
Um livro à margem,
Sem nada a ver com os restantes,
E que não pode ser sentido só
Com o intelecto.
Vocês, porém, com seus silêncios latentes,
A cada página hão de estremecer
Maravilhadas.

Walt Whitman ( jornalista e poeta Americano)


Biografia

Walt Whitman, descendente de ingleses e neerlandeses, nasceu em West Hills, na cidade de Huntington, no estado de Nova York. Contudo, quando tinha apenas quatro anos, sua família mudou-se para Brooklyn, onde este frequentou até aos onze anos uma escola oficial, trabalhando depois como aprendiz numa tipografia.

Em 1835 trabalhou como impressor em Nova Iorque e no Verão do ano seguinte começou a ensinar em East Norwich, Long Island. Entre 1836-1838 deu aulas e de 1838 a 1839 editou o semanário Long Islander, em Huntington. Voltou ao ensino depois de participar como jornalista na campanha presidencial de Van Buren (1840-41).

Em Maio de 1841 regressou a New York, onde trabalhou novamente como impressor.

Entre 1842-1844 editou um jornal diário, Aurora, e o Evening Tatler. Regressou a Brooklyn em 1845, e durante um ano escreveu para o Long Island Star, tornando-se de seguida editor do Daily Eagle de Brooklyn, lugar que ocupou de 1846 a 1848.

Em Fevereiro desse ano partiu com o irmão Jeff para Nova Orleans, onde trabalhou no Crescent. Deixou Nova Orleans em Maio do mesmo ano, regressando a Brooklyn através do Mississippi e dos Grandes Lagos.

Editou o Freeman de Brooklyn entre 1848-1849 e no ano seguinte montou uma tipografia e uma papelaria.

No início de Julho de 1855 publicou a primeira edição de "Leaves of Grass", impressa na Rome Brothers de Brooklyn e cujos custos Whitman suportou. Os versos deste livro eram livres, longos e brancos, imitando os ritmos da fala.

A primeira edição da obra mais importante da sua carreira, não mencionava o nome do autor, e continha apenas 12 poemas e um prefácio.

A obra poética de Whitman centra-se na colectânea "Leaves of Grass", dado que ao longo da sua vida o escritor se dedicou a rever e completar aquele livro, que teve oito edições durante a vida do poeta.

No Verão seguinte foi publicada a segunda edição de "Leaves of Grass" (1856), ostentando na capa o nome do seu autor. O livro foi recebido com entusiasmo por alguns críticos, mas mal recebido pela maioria, o que, contudo, não impediu Whitman de continuar a trabalhar em novos poemas para aquela colectânea.

A segunda edição de "Leaves of Grass" era composta por 32 poemas, intitulados e numerados. Entre eles encontrava-se Poem of Walt Whitman, an American, o poema que haveria de se chamar "Song of Myself" (Canto de Mim Mesmo).

Entre a Primavera de 1857 e o Verão de 1859 Whitman editou o Times de Brooklyn, sendo publicada a 1860, em Boston, a terceira edição da sua obra. Contudo, a editora foi à falência em 1861 e a edição, que continha 154 poemas, foi pirateada.

Entre 1863-1864 trabalhou para o Exército em Washington, DC, servindo entretanto como voluntário em hospitais militares. Regressou a Brooklyn doente e com marcas de envelhecimento prematuro causadas pela experiência da guerra civil.

Trabalhou posteriomente como funcionário do Departamento do Interior (1865) e publicou em Maio desse ano o livro "Drum-Taps", que continha 53 poemas acerca da guerra civil e da experiência do autor nos hospitais militares. No mesmo ano foi despedido pelo Secretário James Harlan, por este ter considerado "Leaves of Grass" indecente.

Em 1867 foi publicada a quarta edição de "Leaves of Grass", com 8 novos poemas. No ano seguinte saiu em Londres uma selecção de poemas de Michael Rossetti, intitulada "Poems by Walt Whitman".

A quinta edição de "Leaves of Grass" (1870-1871) teve uma segunda tiragem que incluía "Passage to India" e mais 71 poemas, alguns dos quais inéditos.

Depois de publicar "Democratic Vistas", Whitman viajou para Hannover, New Hampshire. Corria o ano de (1872). Na Faculdade de Dartmouth leu "As a Song Bird on Pinions Free", posteriormente publicado com um prefácio. Em Janeiro de 1873, Whitman sofreu uma paralisia parcial. Pouco depois morreu a mãe e o escritor deixou Washington para se fixar em Camden, New Jersey, com o irmão George.

Em 1876 surgiu a sexta edição de "Leaves of Grass", publicada em dois volumes. Em Agosto de 1880, Whitman reviu as provas da sétima edição de "Leaves of Grass", que sob ameaças do Promotor Público teve de suspender a distribuição do livro.

A edição só foi retomada dois anos mais tarde por Rees Welsh e depois por David McKay. Incluía 20 poemas inéditos e os títulos definitivos e uma ordem dos poemas revista. Em 1882 foi ainda publicado o livro "Specimen Days and Collect".

Os últimos anos de vida de Whitman foram marcados pela pobreza, atenuada apenas pela ajuda de amigos e admiradores americanos e europeus.

Em 1884, Whitman adquiriu uma casa em Camden, New Jersey. Quatro anos depois, sofreu um novo ataque de paralisia e viu publicados 62 novos poemas sob o título "November Boughs" (1888). Ainda nesse ano foi publicado "Complete Poems and Prose of Walt Whitman".

A oitava edição de "Leaves of Grass" apareceu em 1889, e no ano seguinte o escritor começou a preparar a sua nona edição, publicada em 1892.

Whitman morreu no dia 26 de Março de 1892 e foi sepultado em Camden, New Jersey.

Cinco anos depois foi publicada em Boston a décima edição de Leaves of Grass (1897), a que se juntaram os poemas póstumos "Old Age Echoes".

Nos seus poemas, Walt Whitman elevou a condição do homem moderno, celebrando a natureza humana e a vida em geral em termos pouco convencionais. Na sua obra "Leaves of Grass", Whitman exprime em poemas visionários um certo panteísmo e um ideal de unidade cósmica que o Eu representa. Profundamente identificado com os ideais democráticos da nação americana, Whitman não deixou de celebrar o futuro da América.

Ficou ainda mais conhecido mundialmente a partir das citações inseridas no enredo do filme Sociedade dos Poetas Mortos.

Fernando Pessoa escreveu um poema de nome "Saudação a Walt Whitman".

"Introduziu uma nova subjectividade na concepção poética e fez da sua poesia um hino à vida. A técnica inovadora dos seus poemas, nos quais a idéia de totalidade se traduziu no verso livre, influenciou não apenas a literatura americana posterior, mas todo o lirismo moderno, incluindo o poeta e ensaísta português Fernando Pessoa."
Antropologia (do grego άνθρωπος, transl. anthropos, "homem", e λόγος, logos, "razão"/"pensamento") é a ciência que tem como objeto o estudo homem e a humanidade de maneira totalizante, ou seja, abrangendo todas as suas dimensões.[1] A divisão clássica da Antropologia distingue a Antropologia Cultural da Antropologia Biológica. Cada uma destas, em sua construção abrigou diversas correntes de pensamento.

Pode-se afirmar que há poucas décadas a antropologia conquistou seu lugar entre as ciências. Primeiramente, foi considerada como a história natural e física do homem e do seu processo evolutivo, no espaço e no tempo. Se por um lado essa concepção vinha satisfazer o significado literal da palavra, por outro restringia o seu campo de estudo às características do homem físico. Essa postura marcou e limitou os estudos antropológicos por largo tempo, privilegiando a antropometria, ciência que trata das mensurações do homem fóssil e do homem vivo.
Antropologia
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Escolas[Expandir]
Evolucionista · Difusionista · Estrutural-funcionalista · Estruturalista · Física · Funcionalista · Histórica · Multiculturalista · Pós-colonialista · Pós-estruturalista · Interpretativista
Expoentes[Expandir]
Arnold Van Gennep · Bartolomeu Melià · Bronisław Malinowski · Bruno Latour · Claude Lévi-Strauss · Clifford Geertz · Darcy Ribeiro · David Graeber · Edmund Leach · Edward B. Tylor · Edward Said · Franz Boas · Frazer · Fredrik Barth · Gilberto Freyre · Gilberto Velho · James Clifford · João Pacheco de Oliveira · León Cadogan · Louis Dumont · Marcel Mauss · Mary Douglas · Margaret Mead · Marilyn Strathern · Marshall Sahlins · Maurice Godelier · Melville Herkovits · Morgan · Néstor Perlongher · Norbert Elias · Peter Fry · Philippe Descola · Pierre Clastres · Radcliffe-Brown · Raymond Firth · Roberto Cardoso de Oliveira · Ruth Benedict · Vincent Crapanzano · Viveiros de Castro
Especializações[Expandir]
da Alimentação · do Ciberespaço · do Corpo · Jurídica · Econômica · das Emoções · Filosófica · Etnologia · Etnoarqueologia · Etnobotânica · Etnomatemática · Etnomusicologia · do Mal · Lingüística · do Parentesco · Política · das Religiões · da Saúde · Visual · Urbana
Conceitos[Expandir]
Aculturação · Afinidade · Alteridade · Campo · Cosmologia · Corporificação · Cosmogonia · Cultura · Dádiva · Economia simbólica da alteridade · Economia bélica da alteridade · Eficácia simbólica · Estrutura · Esquizogênese · Etnicidade · Etnocentrismo · Etnogênese · Etnografia · Fronteira étnica · Mitema · Mito · Mitopráxis · Observação participante · Parentesco · Perspectivismo · Raça · Racismo · Rito · Símbolo · Sistema · Territorialização
Por região[Expandir]
África · Alemanha · Áustria · Brasil · Canadá · Espanha · Estados Unidos · França · Grécia · Índia · Inglaterra · Irlanda · Itália · Japão · México · Polônia · Portugal · Rússia
Listas[Expandir]
Antropólogos · Associações · Encontros · Livros · Periódicos · Personagens ficcionais

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Portal da Antropologia

(editar)
Homem Vitruviano, de Leonardo da Vinci.
Índice
[esconder]

* 1 Divisões e campo
* 2 Considerações
* 3 História da Antropologia
o 3.1 Primórdios
o 3.2 O século XVIII
o 3.3 O século XIX
+ 3.3.1 A antropologia evolucionista
# 3.3.1.1 Teoria
# 3.3.1.2 Método
# 3.3.1.3 Pensadores
+ 3.3.2 A antropologia difusionista
# 3.3.2.1 Representantes e obras
+ 3.3.3 O surgimento da "linhagem francesa"
o 3.4 O século XX
+ 3.4.1 A antropologia funcionalista
# 3.4.1.1 Representantes e principais obras
+ 3.4.2 A antropologia estrutural
# 3.4.2.1 Ideias centrais
# 3.4.2.2 Autores e obras
+ 3.4.3 O particularismo histórico
# 3.4.3.1 Principais ideias
# 3.4.3.2 Representantes
+ 3.4.4 A escola de cultura e personalidade
# 3.4.4.1 Representantes
+ 3.4.5 A antropologia interpretativa
# 3.4.5.1 Ideias centrais
# 3.4.5.2 Representantes e obras
+ 3.4.6 Antropologia das emoções
+ 3.4.7 Antropologia e Psicanálise
+ 3.4.8 Antropologia da Arte
+ 3.4.9 Antropologia da imagem
+ 3.4.10 Antropologia visual
+ 3.4.11 Antropologia médica e da saúde
+ 3.4.12 Outros movimentos
+ 3.4.13 Debates pós-modernos
# 3.4.13.1 Ideias centrais
* 4 Áreas de estudo em Antropologia
* 5 Conceitos e métodos da Antropologia
* 6 Referências
* 7 Ver também
* 8 Ligações externas

[editar] Divisões e campo

A Antropologia, sendo a ciência da humanidade e da cultura, tem um campo de investigação extremamente vasto: abrange, no espaço, toda a terra habitada; no tempo, pelo menos dois milhões de anos, e todas as populações socialmente organizadas. Divide-se em duas grandes áreas de estudo, com objetivos definidos e interesses teóricos próprios: a Antropologia Física (ou Biológica) e a Antropologia Cultural, para alguns autores sinônimo de antropologia social, focaliza, talvez, o princpal conceito desta ciência, a cultura. Segundo o Museu de Antropologia Cultural da Universidade de Minnesota a antropologia cultural abrange três tópicos gerais por por sua vez subdivide-se e constituem-se como especialidades: Etnografia / Etnologia, Linguística aplicada à antropologia e Arqueologia. A cultura e a mitologia correspondem ao desejo do homem de conhecer a sua origem, ou produz um modo de auto-conhecimento que é a identidade, diferenciando os grupos em função de suas idiossincrasias e adaptação em diferentes ambiente.
[editar] Considerações

Para pensar as sociedades humanas, a antropologia preocupa-se em detalhar, tanto quanto possível, os seres humanos que as compõem e com elas se relacionam, seja nos seus aspectos físicos, na sua relação com a natureza, seja na sua especificidade cultural. Para o saber antropológico o conceito de cultura abarca diversas dimensões: universo psíquico, os mitos, os costumes e rituais, suas histórias peculiares, a linguagem, valores, crenças, leis, relações de parentesco, entre outros tópicos.

Embora o estudo das sociedades humanas remonte à Antiguidade Clássica, a antropologia nasceu, como ciência, efetivamente, da grande revolução cultural iniciada com o Iluminismo.
[editar] História da Antropologia

A construção do olhar antropológico e seus principais debates. Embora a grande maioria dos autores concorde que a antropologia se tenha definido enquanto disciplina só depois da revolução Iluminista, a partir de um debate mais claro acerca de objeto e método, as origens do saber antropológico remontam à Antiguidade Clássica, atravessando séculos. Enquanto o ser humano pensou sobre si mesmo e sobre sua relação com "o outro", pensou antropologicamente.
[editar] Primórdios

Homero, Hesíodo e os Filósofos Pré-socráticos já se questionavam a respeito do impacto das relações sociais sobre o comportamento humano; ou vendo este impacto como consequência dos caprichos dos deuses, como enumera a Odisseia de Homero e a Teogonia de Hesíodo, ou como construções racionais, valorizando muito mais a apreensão da realidade no dia a dia da experiência humana, como preferiam os Filósofos Pré-socráticos. Foi, sem dúvida, na Antiguidade Clássica que a "medida Humana" se evidenciou como centro da discussão acerca do mundo. Os gregos deixaram inúmeros registros e relatos acerca de culturas diferentes das suas, assim como os chineses e os romanos. Nestes textos nascia, por assim dizer, a Antropologia, e no século V a.C. um exemplo disto se revela na obra de Heródoto, que descreveu minuciosamente as culturas com as quais seu povo se relacionava. Da contribuição grega fazem parte também as obras de Aristóteles (acerca das cidades gregas) e as de Xenofonte (a respeito da Índia).

Entre os romanos merece destaque o poeta Lucrécio, que tentou investigar as origens da religião, das artes e se ocupou da discurso. Outro romano, Tácito analisou a vida das tribos germânicas, baseando-se nos relatos dos soldados e viajantes. Salienta o vigor dos germanos em contraste com os romanos da sua época. Agostinho, um dos pilares teológicos do Catolicismo, descreveu as civilizações greco-romanas "pagãs", vistas como moralmente inferiores às sociedades cristianizadas. Em sua obra já discutia, de maneira pouco elaborada, a possibilidade do "tabu do incesto" funcionar como norma social, garantia da coesão da sociedade. É importante salientar que Agostinho, no entanto, privilegiou explicações sobrenaturais para a vida sociocultural.

Embora não existisse como disciplina específica, o saber antropológico participou das discussões da Filosofia, ao longo dos séculos. Durante a Idade Média muitos escritos contribuíram para a formação de um pensamento racional, aplicado ao estudo da experiência humana, como fez o administrador francês Jean Bodin, estudioso dos costumes dos povos conquistados, que buscava, em sua análise, explicações para as dificuldades que os franceses tinham em administrar esses povos. Com o advento do movimento iluminista, este saber foi estruturado em dois núcleos analíticos: a Antropologia Biológica (ou Física), de modo geral considerada ciência natural, e a Antropologia Cultural, classificada como ciência social.
[editar] O século XVIII

Até o século XVIII, o saber antropológico esteve presente na contribuição dos cronistas, viajantes, soldados, missionários e comerciantes que discutiam, em relação aos povos que conheciam, a maneira como estes viviam a sua condição humana, cultivavam seus hábitos, normas, características, interpretavam os seus mitos, os seus rituais, a sua linguagem. Só no século XVIII, a Antropologia adquire a categoria de ciência, partindo das classificações de Carlos Lineu e tendo como objeto a análise das "raças humanas".

O legado desta época foram os textos que descreviam as terras, a (Fauna, a Flora, a Topografia) e os povos "descobertos" (Hábitos e Crenças). Algumas obras que falavam dos indígenas brasileiros, por exemplo, foram: a carta de Pero Vaz de Caminha ("Carta do Descobrimento do Brasil"), os relatos de Hans Staden, "Duas Viagens ao Brasil", os registros de Jean de Léry, a "Viagem a Terra do Brasil", e a obra de Jean Baptiste Debret, a "Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil. Além destas, outras obras falavam ainda das terras recém-descobertas, como a carta de Colombo aos Reis Católicos. Toda esta produção escrita levantou uma grande polémica acerca dos indígenas. A contribuição dos missionários jesuítas na América (como Bartolomeu de Las Casas e Padre Acosta) ajudaram a desenvolver a denominada "teoria do bom selvagem", que via os índios como detentores de uma natureza moral pura, modelo que devia ser assimilado pelos ocidentais. Esta teoria defendia a ideia de que cultura mais próxima do estado "natural" serviria de remédio aos males da civilização.
[editar] O século XIX

No Século XIX, por volta de 1840, Boucher de Perthes utiliza o termo homem pré-histórico para discutir como seria sua vida cotidiana, a partir de achados arqueológicos, como utensílios de pedra, cuja idade se estimava bastante remota. Posteriormente, em 1865, John Lubock reavaliou numerosos dados acerca da Cultura da Idade da Pedra e compilou uma classificação em que enumerava as diferenças culturais entre o Paleolítico e Neolítico.

Com a publicação de dois livros, A Origem das Espécies, em 1859 e A descendência do homem, em 1871, Charles Darwin principia a sistematização da teoria evolucionista. Partindo da discussão trazida à tona por estes pesquisadores, nascia a Antropologia Biológica ou Antropologia Física
[editar] A antropologia evolucionista

Marcada pela discussão evolucionista, a antropologia do Século XIX privilegiou o Darwinismo Social, que considerava a sociedade europeia da época como o apogeu de um processo evolucionário, em que as sociedades aborígenes eram tidas como exemplares "mais primitivos". Esta visão usava o conceito de "civilização" para classificar, julgar e, posteriormente, justificar o domínio de outros povos. Esta maneira de ver o mundo a partir do conceito civilizacional de superior, ignorando as diferenças em relação aos povos tidos como inferiores, recebe o nome de etnocentrismo. É a «Visão Etnocêntrica», o conceito europeu do homem que se atribui o valor de "civilizado", fazendo crer que os outros povos, como os das Ilhas da Oceania estavam "situados fora da história e da cultura". Esta afirmação está muito presente nos escritos de Pauw e Hegel.
[editar] Teoria

Com fundamento nestas concepções, as primeiras grandes obras da antropologia, consideravam, por exemplo, o indígena das sociedades não europeias como o primitivo, o antecessor do homem civilizado: afirmando e qualificando o saber antropológico como disciplina, centrando o debate no modo como as formas mais simples de organização social teriam evoluído, de acordo com essa linha teórica essas sociedades caminhariam para formas mais complexas como as da sociedade europeia.

Nesta forma de apreender a experiência humana, todas as sociedades, mesmos as desconhecidas, progrediriam em ritmos diferentes, seguindo uma linha evolutiva. Isso balizou a ideia de que a demanda colonial seria "civilizatória", pois levaria os povos ditos "primitivos" ao "progresso tecnológico-científico" das sociedades tidas como "civilizadas". Há que ver estes equívocos como parte da visão de mundo que pretendiam estabelecer as diretrizes de uma lei universal de desenvolvimento.

Mas não se pode generalizar e atribuir as características acima a todos os autores que se aparentaram a essa corrente. Cada autor tem suas próprias nuances. Durkheim, por exemplo, procurou nas manifestações totêmicas dos nativos australianos a forma mais simples e elementar de religiosidade, mas não com o pensamento enquadrado numa linha evolutiva cega: se nossa sociedade era dita mais complexa ele atribuía isso às diversas tendências da modernidade de que somos fruto, e a dificuldade de determinar uma tendência pura na nossa religião, escamoteada por milhares de anos de teologia.
[editar] Método

O método concentrava-se numa incansável comparação de dados, retirados das sociedades e de seus contextos sociais, classificados de acordo com o tipo (religioso, de parentesco, etc), determinado pelo pesquisador, dados que lhe serviriam para comparar as sociedades entre si, fixando-as num estágio específico, inscrevendo estas experiências numa abordagem linear, diacrônica, de modo a que todo costume representasse uma etapa numa escala evolutiva, como se o próprio costume tivesse a finalidade de auxiliar esta evolução. Entendiam os evolucionistas que os costumes se demarcavam como substância, como finalidade, origem, individualidade e não como um elemento do tecido social, interdependente de seu contexto.
[editar] Pensadores

Vale ressaltar que apesar da maior parte dos evolucionistas terem trabalhado em gabinetes, um dos mais conhecidos pensadores dessa corrente, Lewis Henry Morgan, tinha contato com diversas tribos do norte dos Estados Unidos. É absurdo creditar a autores dessa corrente uma compilações cega das culturas humanas, isso seria uma simplificação enorme, ao mesmo tempo que se deixaria de aproveitar esses estudos clássicos da antropologia. e separado por muito tempo.
[editar] A antropologia difusionista

A Antropologia Difusionista reagiu ao evolucionismo e foi sua contemporânea. Privilegiava o entendimento da natureza da cultura, em termos de origem e extensão, de uma sociedade a outra. Para os difusionistas, o empréstimo cultural seria um mecanismo fundamental de evolução cultural. O difusionismo acreditava que as diferenças e semelhanças culturais eram consequência da tendência humana para imitar e a absorver traços culturais, como se a humanidade possuísse uma "unidade psíquica", tal como defendia Bastian.
[editar] Representantes e obras

* Friedrich Ratzel
* Grafton Elliot Smith
* William James Perry
* William H. R. Rivers
* Fritz Graebner - Methode del Ethnologie, 1891
* Fr. Wilhelm Schmidt, fundador da revista Anthropos

[editar] O surgimento da "linhagem francesa"

Com Émile Durkheim começam os fenómenos sociais a serem definidos como objetos de investigação sócio-antropológica e, a partir da análise da publicação de Regras do "Método Sociológico", em 1895, começa-se a pensar que os fatos sociais seriam muito mais complexos do que se pretendia até então. No final do século XIX, juntamente com Marcel Mauss, Durkheim se debruça nas representações primitivas, estudo que culminará na obra "Algumas formas primitivas de classificação", publicada em 1901. Inaugura-se então a denominada "linhagem francesa" na Antropologia.
[editar] O século XX

Com a publicação, de "As formas elementares da vida religiosa" em 1912, Durkheim, ainda apegado ao debate evolucionista, discute a temática da religião. Marcel Mauss publica com Henri Hubert, em 1903, a obra Esboço de uma teoria geral da magia, aonde forja o conceito de mana. Inicialmente centrada na denominada "Etnologia", a Antropologia Francesa, arranca, como disciplina de ensino, no "Institut d´Ethnologie du Musée de l´Homme" em Paris, a partir de 1927. No início, a disciplina se vinculara ao Museu de História Natural, porque se considerava a antropologia como uma subdisciplina da história natural. Ainda existia um determinismo biológico, segundo o qual se considerava que as diferenças culturais eram fruto das diferenças biológicas entre os homens.

Nos EUA, Franz Boas desenvolve a ideia de que cada cultura tem uma história particular e considerava que a difusão de traços culturais acontecia em toda parte. Nasce o relativismo cultural, e a antropologia estende a investigação ao trabalho de campo. Para Boas, cada cultura estaria associada à sua própria história. Para compreender a cultura é preciso reconstruir a sua própria história. Surgia o Culturalismo, também conhecido como Particularismo Histórico. Deste movimento surgiria posteriormente a escola antropológica da Cultura e Personalidade.

Paralelamente a estes movimentos, na Inglaterra, nasce o Funcionalismo, que enfatiza o trabalho de campo (observação participante). Para sistematizar o conhecimento acerca de uma cultura é preciso apreendê-la na sua totalidade. Para elaborar esta produção intelectual surge a etnografia. As instituições sociais centralizam o debate, a partir das funções que exercem na manutenção da totalidade cultural.
[editar] A antropologia funcionalista

O Funcionalismo inspirava-se na obra de Durkheim. Advogava um estreito paralelismo entre as sociedades humanas e os organismos biológicos (na forma de evolução e conservação) porque em ambos os casos a harmonia dependeria da inter-dependência funcional das partes. As funções eram analisadas como obrigações, nas relações sociais. A função sustentaria a estrutura social, permitindo a coesão, fundamental, dentro de um sistema de relações sociais.
[editar] Representantes e principais obras

* Bronislaw Malinowski, Os Argonautas do Pacífico Ocidental - 1922.
* Bronislaw Malinowski, Uma teoria científica da cultura
* Radcliffe Brown, Estrutura e função na sociedade primitiva - 1952 e Sistemas Políticos Africanos de Parentesco e Casamento, org. c/ Daryll Forde - 1950.
* Evans-Pritchard Bruxaria, oráculos e magia entre os Azande - 1937 e Os Nuer - 1940.
* Raymond Firth Nós, os Tikopia - 1936 (We, The Tikopia) e Elementos de organização social - 1951.
* Max Glukman Ordem e rebelião na África tribal - 1963.
* Victor Turner Cisma e continuidade em uma sociedade africana - (Schism and Continuity in an African Society: A Study of Ndembu Village Life) 1957 Ed. brasileira 2005, EDUFF; O processo ritual - 1969.
* Edmund Leach - Sistemas políticos da Alta Birmânia (Political Sistems of Highland Burma: A Study of Kachin Social Structure) - 1954. Ed. brasileira 1996, EDUSP.

[editar] A antropologia estrutural

Ver artigo principal: Antropologia estrutural

A Antropologia estrutural nasce na década de 1940. O seu grande teórico é Claude Lévi-Strauss. Centraliza o debate na ideia de que existem regras estruturantes das culturas na mente humana, e assume que estas regras constroem pares de oposição para organizar o sentido.

Para fundamentar o debate teórico, Lévi-Strauss recorre a duas fontes principais: a corrente psicológica criada por Wilhelm Wundt e o trabalho realizado no campo da linguística, por Ferdinand de Saussure, denominado Estruturalismo. Influenciaram-no, ainda, Durkheim, Jakobson (teoria linguística), Kant (idealismo) e Marcel Mauss.
[editar] Ideias centrais

Para a Antropologia estrutural as culturas definem-se como sistemas de signos partilhados e estruturados por princípios que estabelecem o funcionamento do intelecto. Em 1949 Lévi-Strauss publica "As estruturas elementares de parentesco", obra em que analisa os aborígenes australianos e, em particular, os seus sistemas de matrimônio e parentesco. Nesta análise, Lévi-Strauss demonstra que as alianças são mais importantes para a estrutura social que os laços de sangue. Termos como exogamia, endogamia, aliança, consanguinidade passam a fazer parte das preocupações etnográficas.
[editar] Autores e obras

* Claude Lévi-Strauss
o As estruturas elementares do parentesco - 1949.
o Tristes Trópicos - 1955.
o Pensamento selvagem - 1962.
o Antropologia estrutural - 1958
o Antropologia estrutural dois - 1973
o O cru e o cozido - 1964
o Do mel às cinzas - 1966
o A origem das maneiras de mesa - 1968
o O Homem Nu - 1971
* Lucien Lévy-Bruhl
* Marcel Griaule
o Dieux d´Eau
* Marcel Griaule e Germaine Dieterlen
o Le Renard Pâle

[editar] O particularismo histórico

Também conhecida como Culturalismo, esta escola estadunidense, defendida por Franz Boas, rejeita, de maneira marcante, o evolucionismo que dominou a antropologia durante a primeira metade do século XX.
[editar] Principais ideias

A discussão desta corrente gira em torno da ideia de que cada cultura tem uma história particular e de que a difusão cultural se processa em várias direções. Cria-se o conceito de relativismo cultural, vendo também a evolução como fenômeno que pode decorrer do estado mais simples para o mais complexo.
[editar] Representantes

* Franz Boas
* C. Wissler
* Alfred Louis Kroeber
* Robert Lowie

[editar] A escola de cultura e personalidade

Criada por estudiosas estadunidenses, discípulos de Franz Boas, influenciadas pela Psicanálise e pela obra de Nietzsche, esta escola concebe a cultura como detentora de uma "Personalidade de base", partilhada por todos os membros. Estabelece uma tipologia cultural. Haveria culturas: dionisíacas (centradas no êxtase) e apolíneas (estruturadas no desejo de moderação); pré-figurativas, pós-figurativas, co-figurativas.
[editar] Representantes

* Ruth Benedict
* Margaret Mead
* Gregory Bateson
* Ralph Linton
* Abram Kardiner

[editar] A antropologia interpretativa

Com cerca de vinte livros publicados, Clifford Geertz é provavelmente, depois de Claude Lévi-Strauss, o antropólogo cujas ideias causaram maior impacto na segunda metade do século XX, não apenas no que se refere à própria teoria e à prática antropológica mas também fora de sua área, em disciplinas como a psicologia, a história e a teoria literária. Considerado o fundador de uma das vertentes da antropologia contemporânea - a chamada Antropologia Hermenêutica ou Interpretativa.

Geertz, graduado em filosofia, inglês, antes de migrar para o debate antropológico, obteve seu PhD em Antropologia em 1956 e desde então conduziu extensas pesquisas de campo, nas quais se fundamentam seus livros, escritos essencialmente sob a forma de ensaio. As suas principais pesquisas foram feitas na Indonésia e em Marrocos. Desiludiu-se com a metodologia antropológica, para Geertz excessivamente abstrata e de certa forma distanciada da realidade encontrada no campo, o que o levou a elaborar um método novo de análise das informações obtidas entre as sociedades que estudava. Seu primeiro estudo tinha por objetivo entender a religião em Java.

Por fim foi incapaz de se restringir a apenas um aspecto daquela sociedade, que ele achava que não poder ser extirpado e analisado separadamente do resto, desconsiderando, entre outras coisas, a própria passagem do tempo. Foi assim que ele chegou ao que depois foi apelidada de antropologia hermenêutica. Sua tese começa defendendo o estudo de "quem as pessoas de determinada formação cultural acham que são, o que elas fazem e por que razões elas creem que fazem o que fazem".

Uma das metáforas preferidas de Geertz, para definir o que fará a Antropologia Interpretativa, é a leitura das sociedades enquanto textos ou como análogas a textos. A interpretação ocorre em todos os momentos do estudo, da leitura do "texto", pleno de significado, que é a sociedade na escrita do texto/ensaio do antropólogo, por sua vez interpretado por aqueles que não passaram pelas experiências do autor do texto escrito. Todos os elementos da cultura analisada devem portanto ser entendidos à luz desta textualidade, imanente à realidade cultural.
[editar] Ideias centrais

A Antropologia Interpretativa analisa a cultura como hierarquia de significados, pretendendo que a etnografia seja uma "descrição densa", de interpretação escrita e cuja análise é possível por meio de uma inspiração hermenêutica. É crucial a leitura da leitura que os "nativos" fazem de sua própria cultura.
[editar] Representantes e obras

* Geertz
o Observando o Islão - 1968 Ed. brasileira 2004
o A interpretação das culturas - 1973. Ed. brasileira 1979 (condensada)
o Saber local - 1983 Ed. brasileira 2004
o Nova Luz Sobre a Antropologia - 2000 Ed. brasileira 2001

[editar] Antropologia das emoções

Ver artigo principal: Antropologia das Emoções

[editar] Antropologia e Psicanálise

Ver artigo principal: Antropologia e psicanálise

[editar] Antropologia da Arte

Ver artigo principal: Antropologia da arte

[editar] Antropologia da imagem

Ver artigo principal: Antropologia da imagem

[editar] Antropologia visual

Ver artigo principal: Antropologia visual

[editar] Antropologia médica e da saúde

Ver artigo principal: Antropologia da saúde

[editar] Outros movimentos

Outros movimentos significativos, na história do século XX, para a teoria Antropológica foram as escolas Cognitiva, Simbólica e Marxista.
[editar] Debates pós-modernos

Na década de 1980, o debate teórico na Antropologia ganhou novas dimensões. Muitas críticas a todas as escolas surgiram, questionando o método e as concepções antropológicas. No geral, este debate privilegiou algumas ideias: a primeira delas é que a realidade é sempre interpretada, ou seja, vista sob uma perspectiva subjetiva do autor, portanto a antropologia seria uma interpretação de interpretações. Da crítica das retóricas de autoridade clássicas, fortemente influenciada pelos estudos de Foucault, surgem metaetnografias, ou seja, a análise antropológica da própria produção etnográfica. Contribuiu muito para esta discussão a formação de antropólogos nos países que então eram analisados apenas pelos grandes centros antropológicos.
[editar] Ideias centrais

* Privilegia a discussão acerca do discurso antropológico, mediado pelos recursos retóricos presentes no modelo das etnografias.
* Politiza a relação observador-observado na pesquisa antropológica, questionando a utilização do "poder" do etnógrafo sobre o "nativo".
* Crítica dos paradigmas teóricos e da "autoridade etnográfica" do antropólogo. A pergunta essencial é:'quem realmente fala em etnografia? O nativo? Ou o nativo visto pelo prisma do etnógrafo?
* A etnografia passa a ser desenvolvida como uma representação polifónica da polissemia cultural, e nela deveriam estar claramente presentes as vozes dos vários informantes.

[editar] Áreas de estudo em Antropologia

Ver artigo principal: Áreas de estudo em Antropologia

[editar] Conceitos e métodos da Antropologia

Ver artigo principal: Conceitos e métodos da Antropologia

Referências

1. ↑ Nunes, Rossano Carvalho (2007) "Anthopology" Instituto Grupo Veritas de Pesquisa em História e Antropologia

[editar] Ver também
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* Ciências sociais
* Sociologia
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* Etnografia
* Etnografia de salvaguarda
* Lista de antropólogos
* Antropólogos brasileiros

[editar] Ligações externas

* Associação Brasileira de Antropologia
* Associação Portuguesa de Antropologia
* Antropologia (Diretório - DMOZ)

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